Liturgia diária

Agenda litúrgica

2025-12-03

Quarta-feira da semana I

S. Francisco Xavier, presbítero, Padroeiro das Missões – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória, pf. I do Advento.

L 1 Is 25, 6-10a; Sl 22 (23), 1-3a. 3b-4. 5. 6
Ev Mt 15, 29-37

* Na Companhia de Jesus e nos Missionários Combonianos do Coração de Jesus – S. Francisco Xavier, presbítero – FESTA
* Na Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue – S. Francisco Xavier, presbítero, Padroeiro principal da Congregação – FESTA
* No Instituto Missionário da Consolata – S. Francisco Xavier, Padroeiro Universal das Missões e do Instituto – FESTA
* Na Sociedade Missionária da Boa Nova – S. Francisco Xavier, Padroeiro – FESTA
* Nas Dioceses de Cabo Verde – S. Francisco Xavier, Padroeiro das Missões – FESTA

 

Missa

 

Antífona de entrada Cf. Hab 2, 3; 1Cor 4, 5
O Senhor virá sem demora:
iluminará os que vivem nas trevas
e manifestar-se-á a todos os povos.

Oração coleta
Preparai, Senhor, os nossos corações
com o poder da vossa graça,
para que, no dia da vinda de Cristo, vosso Filho,
mereçamos entrar no banquete da vida eterna
e receber d’Ele mesmo o alimento do céu.
Ele que é Deus e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.


LEITURA I Is 25, 6-10a
O Senhor convida para o seu banquete
e enxuga as lágrimas de todas as faces

O reino de Deus é frequentemente comparado na Sagrada Escritura a um banquete. O banquete supõe o convite, a reunião dos convidados, a abundância do que é servido, a intimidade com aquele que convida e entre todos os convivas. Assim é o reino de Deus, onde o banquete é ainda de festa nupcial, de aliança entre Deus e os homens, de vitória da vida sobre tudo o que pudesse ser sinal de morte. O Advento é já celebração do Mistério Pascal: o Senhor vem para salvar.

Leitura do Livro de Isaías
Sobre este monte, o Senhor do Universo há de preparar para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos: comida de boa gordura, vinhos puríssimos. Sobre este monte, há de tirar o véu que cobria todos os povos, o pano que envolvia todas as nações; Ele destruirá a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e fará desaparecer da terra inteira o opróbrio que pesa sobre o seu povo. Porque o Senhor falou. Dir-se-á naquele dia: «Eis o nosso Deus, de quem esperávamos a salvação; é o Senhor, em quem pusemos a nossa confiança. Alegremo-nos e rejubilemos, porque nos salvou. A mão do Senhor pousará sobre este monte».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 6cd )
Refrão: Habitarei para sempre na casa do Senhor.
Repete-se
O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Refrão

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança. Refrão

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda. Refrão

A bondade e a graça hão de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre. Refrão


ALELUIA
Refrão: Aleluia. Repete-se

O Senhor vem salvar o seu povo:
felizes os que estão preparados para ir ao seu encontro.
Refrão


EVANGELHO Mt 15, 29-37
Jesus cura muitos enfermos e multiplica os pães

Foi também no monte que Jesus multiplicou os pães e os peixes para matar a fome à multidão, depois de ter curado os doentes. Com estes sinais, o Senhor manifestava que Ele ia já pondo aos homens a mesa do reino dos Céus, que n’Ele o reino dos Céus estava já presente no meio dos homens, como continua hoje a estar, e que n’Ele os homens poderão continuar a encontrar a salvação, que, na sua última vinda, será total e definitiva, e onde todos os que forem chamados a sentar-se à sua mesa comerão “até ficarem saciados”.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, foi Jesus para junto do mar da Galileia e, subindo ao monte, sentou-Se. Veio ter com Ele uma grande multidão, trazendo coxos, aleijados, cegos, mudos e muitos outros, que lançavam a seus pés. Ele curou-os, de modo que a multidão ficou admirada, ao ver os mudos a falar, os aleijados a ficar sãos, os coxos a andar e os cegos a ver; e todos davam glória ao Deus de Israel. Então Jesus, chamando a Si os discípulos, disse-lhes: «Tenho pena desta multidão, porque há três dias que estão comigo e não têm que comer. Mas não quero despedi-los em jejum, pois receio que desfaleçam no caminho». Disseram-Lhe os discípulos: «Onde iremos buscar, num deserto, pães suficientes para saciar tão grande multidão?» Jesus perguntou-lhes: «Quantos pães tendes?» Eles responderam-Lhe: «Sete, e alguns peixes pequenos». Jesus ordenou então às pessoas que se sentassem no chão. Depois tomou os sete pães e os peixes e, dando graças, partiu-os e foi-os entregando aos discípulos e os discípulos distribuíram-nos pela multidão. Todos comeram até ficarem saciados. E com os pedaços que sobraram encheram sete cestos.
Palavra da salvação.



Oração sobre as oblatas
Fazei, Senhor, que a oblação deste sacrifício
se renove sempre na vossa Igreja,
de modo que a celebração do mistério por Vós instituído
realize em nós plenamente a obra da salvação.
Por Cristo nosso Senhor.

Prefácio I ou I-A do Advento.

Antífona da comunhão Cf. Is 40, 10; 35, 5
O Senhor virá com poder e majestade
e iluminará os olhos dos seus fiéis.

Oração depois da comunhão
Concedei, Senhor, pela vossa bondade,
que este divino sacramento nos livre do pecado
e nos prepare para as festas que se aproximam.
Por Cristo nosso Senhor.

 

 

Santo

São Francisco Xavier, presbítero

 

 

Martirológio

Memória de São Francisco Xavier, presbítero da Companhia de Jesus, evangelizador das Índias, que, nascido em Navarra, foi um dos primeiros companheiros de Santo Inácio. Movido pelo ardente desejo de propagar o Evangelho, anunciou diligentemente Cristo a inumeráveis povos da Índia, das Molucas e outras ilhas, e depois no Japão, convertendo muitos à fé; finalmente morreu na ilha de Sanchoão, consumido pela enfermidade e pela fadiga.

 

2.   Comemoração de São Sofonias, profeta, que, nos dias de Josias, rei de Judá, anunciou a ruína dos ímpios no dia da ira do Senhor e fortaleceu os pobres e indigentes na esperança da salvação.

3.   Em Tânger, na Mauritânia, actualmente em Marrocos, São Cassiano, mártir.

4.   Em Winchester, na Inglaterra, o sepultamento de São Birino, que, enviado à Grã-Bretanha pelo papa Honório, foi o primeiro bispo de Dorchester e difundiu com grande diligência o anúncio da salvação entre os Saxões ocidentais.

5.   Em Chur, cidade da Récia, na Helvécia, hoje na Suíça, São Lúcio, eremita.

6*.   Em Londres, na Inglaterra, o Beato Eduardo Coleman, mártir, que, por ter abraçado a fé católica, que falsamente acusado de conspiração contra o rei Carlos II, por ter abraçado a fé católica, foi enforcado em Tyburn e, ainda com vida, esquartejado.

7*.   Em Trento, na região do Véneto, na Itália, o Beato João Nepomuceno De Tschiderer, bispo, que administrou esta Igreja com evangélico ardor de fé e trato cordial e, em tempo de tribulação, deu à sua grei um admirável testemunho de amor.

8♦.   Em Paracuellos del Jarama, localidade próxima de Madrid, na Espanha, os beatos Francisco Fernández Escosura e Manuel Santiago Santiago, religiosos da Ordem dos Pregadores e mártires, que, durante a perseguição religiosa, foram mortos em ódio à fé cristã.

9♦.   Em Linares, perto de Jaén, na Andaluzia, região da Espanha, o Beato Manuel Lozano Garrido (“Lolo”), fiel leigo, que soube irradiar com o seu exemplo e escritos o amor de Deus e a grandeza de alma, mesmo entre as moléstias que o tiveram sujeito a uma cadeira de rodas durante quase vinte e oito anos e no final da vida também perdeu a vista, mas conseguiu continuar a ganhar os corações para Cristo com alegria serena e inquebrantável.