Liturgia diária
Agenda litúrgica
2026-05-19
Terça-feira da semana VII
Branco – Ofício da féria.
Missa da féria, pf. pascal ou pf. da Ascensão do Senhor.
L 1: At 20, 17-27; Sl 67 (68), 10-11. 20-21
Ev: Jo 17, 1-11a
* Na Ordem Agostiniana – Bb. Clemente de Osimo e Agostinho de Tarano, presbíteros – MO
* Na Ordem Beneditina – S. Celestino, papa e eremita – MF
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Crispim de Viterbo, religioso, da I Ordem – MO
* Na Congregação das Irmãs Dominicanas da Anunciata – B. Francisco Coll e Guitar, presbítero, Fundador da Congregação – FESTA
* Na Ordem de São Domingos – Francisco Coll Guitart, presbítero – MF
* Na Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs (Lassalistas/La Salle) – B. Rafael Luís Rafiringa, religioso – MF
* Na Congregação Salesiana – (Évora) – I Vésp. do aniversário da Dedicação da igreja da Virgem santa Maria Auxiliadora.
Missa
Antífona de entrada Ap 1, 17-18
Eu sou o Primeiro e o Último.
Estive morto, mas agora vivo para sempre. Aleluia.
Oração coleta
Concedei, Deus omnipotente e misericordioso,
que o Espírito Santo venha habitar em nós
e nos transforme em templos da sua glória.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA I At 20, 17-27
«Levar a bom termo a minha carreira
e a missão que recebi do Senhor Jesus»
É este o terceiro grande discurso de S. Paulo, que os Atos dos Apóstolos nos transmitiram; é o seu testamento pastoral, dirigido aos anciãos, aos pastores, de Éfeso, quando supunha que seria a última vez que os veria. Vigilância, desinteresse, caridade são as virtudes fundamentais que lhes recomenda. O discurso continua na leitura do dia seguinte.
Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, estando Paulo em Mileto, mandou a Éfeso chamar os anciãos da Igreja. Quando chegaram junto dele, disse-lhes: «Sabeis como me comportei sempre convosco, desde o primeiro dia em que pus os pés na Ásia. Servi o Senhor com toda a humildade, com lágrimas e no meio de provações que me vieram das ciladas dos judeus. Em nada que vos pudesse ser útil me furtei a pregar-vos e a instruir-vos, publicamente e de casa em casa. Exortei judeus e gregos a converterem-se a Deus e a acreditarem em Jesus, nosso Senhor. Agora vou para Jerusalém, prisioneiro do Espírito, sem saber o que lá me espera. Só sei que o Espírito Santo me avisa, de cidade em cidade, que me aguardam cadeias e tribulações. Mas por título nenhum eu dou valor à vida, contanto que leve a bom termo a minha carreira e a missão que recebi do Senhor Jesus: dar testemunho do Evangelho da graça de Deus. Agora, eu sei que não tornareis a ver o meu rosto, vós todos entre os quais passei anunciando o Reino. Por isso posso garantir-vos, hoje, que não me sinto responsável pela perda de nenhum de vós, pois não me furtei a anunciar-vos todo o desígnio de Deus a vosso respeito».
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 67 (68), 10-11.20-21
(R. 33a ou Aleluia)
Refrão: Povos da terra, cantai ao Senhor. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se
Derramastes, ó Deus, uma chuva de bênçãos,
restaurastes a vossa herança enfraquecida.
A vossa grei estabeleceu-se numa terra
que a vossa bondade, ó Deus, preparara ao oprimido. Refrão
Bendito seja o Senhor, dia após dia.
Preocupa-se connosco Deus, nosso Salvador.
O nosso Deus é um Deus que salva,
da morte nos livra o Senhor. Refrão
ALELUIA cf. Jo 14, 16
Refrão: Aleluia Repete-se
Eu pedirei ao Pai, que vos dará o Espírito Santo,
para estar convosco para sempre. Refrão
EVANGELHO Jo 17, 1-11a
«Pai, glorifica o teu Filho»
Começamos a ler hoje, e leremos durante mais dois dias, a oração em que Jesus, no fim da última Ceia, faz a oblação de Si ao Pai e intercede pelos seus, os do presente e os do futuro. É a chamada “oração sacerdotal”. A glorificação que Jesus pede para Si é a participação da sua santa humanidade na glória que o Filho de Deus desde sempre leve junto do Pai, glorificação que se há de manifestar na ressurreição e que será participada por todos aqueles que O reconhecerem. É a grande oração ofertorial do Sacrifício do Senhor ao Pai, em seu nome e em nome de toda a Igreja e por toda a humanidade.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: «Pai, chegou a hora. Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho Te glorifique e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura, Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste. É esta a vida eterna: que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro, e Aquele que enviaste, Jesus Cristo. Eu glorifiquei-Te sobre a terra, consumando a obra que Me encarregaste de realizar. E agora, Pai, glorifica-Me junto de Ti mesmo com aquela glória que tinha em Ti, antes que houvesse mundo. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo Me deste. Eram teus e Tu mos deste e eles guardam a tua palavra. Agora sabem que tudo quanto Me deste vem de Ti, porque lhes comuniquei as palavras que Me confiaste e eles receberam-nas: reconheceram verdadeiramente que saí de Ti e acreditaram que Me enviaste. É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que Me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu; e neles sou glorificado. Eu já não estou no mundo, mas eles estão no mundo, enquanto Eu vou para Ti».
Palavra da salvação.
Oração sobre as oblatas
Aceitai, Senhor,
as orações e as ofertas dos vossos fiéis
e fazei que esta celebração sagrada
nos encaminhe para a glória do céu.
Por Cristo nosso Senhor.
Prefácio pascal I-V, pp. 542-550; ou I-II da Ascensão do Senhor, pp. 552-554.
Antífona da comunhão Cf. Jo 14, 26
O Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, diz o Senhor,
vos ensinará todas as coisas e vos lembrará tudo quanto vos tenho dito.
Aleluia.
Oração depois da comunhão
Depois de recebermos estes dons sagrados,
humildemente Vos pedimos, Senhor:
o sacramento que o vosso Filho
nos mandou celebrar em sua memória
aumente sempre a nossa caridade.
Por Cristo nosso Senhor.
Martirológio
1. Em Roma, no cemitério de Calisto, junto à Via Ápia, Santo Urbano I, papa, que, depois do martírio de São Calisto, governou fielmente durante oito anos a Igreja Romana. |
2. Também em Roma, os santos Parténio e Calógero, mártires, que, no tempo do imperador Diocleciano, deram insigne testemunho de Cristo. |
3*. Em Arrás, na Nêustria, actualmente na França, Santo Adolfo, bispo simultaneamente de Arrás e de Cambrai. |
4. Em Cantuária, na Inglaterra, São Dunstano, bispo, que, como abade de Glastonbury, instaurou e propagou a vida monástica, e depois, sucessivamente na sede episcopal de Wincester, de Londres e finalmente de Cantuária, trabalhou para promover a concordância regular dos monges e das monjas. |
5. Em Florença, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, a Beata Humiliana, da Ordem Terceira de São Francisco, que suportou admiravelmente os maus tratos do esposo com exemplar paciência e mansidão e, quando ficou viúva, se consagrou totalmente à oração e às obras de caridade. |
6. Em Fumone, perto de Alátri, no Lázio, região da Itália, o dia natal de São Pedro Celestino, que, depois de praticar a vida eremítica nos Abruzos com fama de santidade e dom de milagres, já octogenário foi eleito Pontífice Romano, tomando o nome de Celestino V, mas no mesmo ano abdicou deste cargo e preferiu regressar à solidão. |
7. Num castelo próximo de Tréguier, na Bretanha Menor, região da França, Santo Ivo, presbítero, que exerceu a justiça sem acepção de pessoas, promoveu a concórdia, defendeu as causas dos órfãos, das viúvas e dos pobres por amor de Cristo e recebeu os indigentes em sua casa. |
8*. Em Sena, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, o Beato Agostinho Novélli, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, muito afeiçoado à verdadeira humildade e à perfeita observância religiosa. |
9*. Em Granada, na Espanha, os beatos mártires João de Cetina, presbítero, e Pedro de Dueñas, religioso, ambos da Ordem dos Menores Conventuais, que, pela sua profissão de fé em Cristo, foram mortos às mãos do próprio rei dos Mouros. |
10*. Em Suzuta, no Japão, o Beato João de São Domingos Martinez, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que morreu por Cristo no cárcere. |
11*. Em Londres, na Inglaterra, o Beato Pedro Wright, presbítero e mártir, que, tendo professado a fé da Igreja católica e entrado na Companhia de Jesus, onde foi promovido às Ordens Sacras, no tempo da República padeceu o patíbulo de Tyburn por causa do sacerdócio. |
12. Em Fucécchio, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, São Teófilo da Corte, presbítero da Ordem dos Frades Menores, que promoveu muito os santos retiros para os Irmãos e mostrou grande devoção à Paixão do Senhor e à Virgem Maria. |
13. Em Roma, São Crispim de Viterbo, religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que, durante as suas caminhadas pelas populações montanhosas a pedir esmola, ensinava aos camponeses os rudimentos da fé. |
14*. Ao largo de Rochefort, na França, o Beato João Baptista Xavier Loir (João Luís Loir), presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir, que, durante a Revolução Francesa, aprisionado quase octogenário numa galera por causa do sacerdócio, aí foi encontrado de joelhos e morto. |
15♦. Em Fianarantsoa, no Madagáscar, o Beato Rafael Luís Rafiringa, religioso dos Irmãos das Escolas Cristâs, que, convertido do paganismo, manteve a presença e a vitalidade da Igreja em Madagascar quando todos os sacerdotes tinham sido expulsos. |
16*. Em Cartagena, cidade da Colômbia, Santa Maria Bernarda (Verena Bütler), virgem, natural da Suíça, que fundou a Congregação das Irmãs Missionárias Franciscanas de Maria Auxiliadora. |
17*. No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique, na Baviera, região da Alemanha, o Beato José Czempiel, presbítero e mártir, natural da Polónia, que, durante a guerra, morrendo numa câmara de gás letal, se associou ao sacrifício de Cristo. |
18♦. Em Partinico, localidade da Sicília, região da Itália, a Beata Josefina Suriano (Pina Suriano), leiga consagrada. |