Liturgia diária
Agenda litúrgica
2026-04-21
Terça-feira da semana III
S. Anselmo, bispo e doutor da Igreja – MF
Branco – Ofício da féria ou da memória.
Missa da féria ou da memória, pf. pascal.
L 1: At 7, 51 – 8, 1a; Sl 30 (31), 3cd-4. 6ab e 7b e 8a. 17 e 21ab
Ev: Jo 6, 30-35
* Na Ordem Beneditina – S. Anselmo – MO
* Na Ordem de Cister e na Ordem Cisterciense da Estrita Observância – S. Anselmo, bispo e doutor da Igreja – MO
* Na Ordem Franciscana – S. Conrado de Parzham, religioso, da I Ordem – MF
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Conrado de Parzham, religioso, da I Ordem – MO
Missa
Antífona de entrada Cf. Ap 19, 5; 12, 10
Louvai o Senhor, todos os seus servos, pequenos e grandes,
porque chegou a salvação e o poder e o reino de Cristo. Aleluia.
Oração coleta
Senhor nosso Deus,
que abris as portas do vosso reino
aos homens renascidos pela água e pelo Espírito Santo,
aumentai em nós os dons da vossa graça,
para que, purificados de toda a culpa,
possamos alcançar a herança prometida.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA I At 7, 51 _ 8, 1a
«Senhor Jesus, recebe o meu espírito»
A morte de S. Estêvão é apresentada como a morte de Jesus. O Rei dos Mártires continuará, no Corpo místico da sua Igreja, o mistério da sua própria Paixão. E à imitação do Senhor na Cruz, a Igreja, a começar por Estêvão, vai-se entregando a Deus em gesto de confiança no Pai e em oração, feita de amor pelos homens, a começar pelos que a perseguem.
Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Estêvão disse ao povo, aos anciãos e aos escribas: «Homens de dura cerviz, incircuncisos de coração e de ouvidos, sempre resistis ao Espírito Santo. Como foram os vossos antepassados, assim sois vós também. A qual dos Profetas não perseguiram os vossos antepassados? Eles também mataram os que predisseram a vinda do Justo, do qual fostes agora traidores e assassinos, vós que recebestes a Lei pelo ministério dos Anjos e não a tendes cumprido». Ao ouvirem estas palavras, estremeciam de raiva em seu coração e rangiam os dentes contra Estêvão. Mas ele, cheio do Espírito Santo, de olhos fitos no Céu, viu a glória de Deus e Jesus de pé à sua direita e exclamou: «Vejo o Céu aberto e o Filho do homem de pé à direita de Deus». Então levantaram um grande clamor e taparam os ouvidos; depois atiraram-se todos contra ele, empurraram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas colocaram os mantos aos pés de um jovem chamado Saulo. Enquanto o apedrejavam, Estêvão orava, dizendo: «Senhor Jesus, recebe o meu espírito». Depois ajoelhou-se e bradou com voz forte: «Senhor, não lhes atribuas este pecado». Dito isto, expirou. Saulo estava de acordo com a execução de Estêvão.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 30 (31), 3cd-4.6ab.7b.8a.17.21ab
(R. 6a)
Refrão: Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se
Sede a rocha do meu refúgio
e a fortaleza da minha salvação;
porque Vós sois a minha força e o meu refúgio,
por amor do vosso nome, guiai-me e conduzi-me. Refrão
Em vossas mãos entrego o meu espírito,
Senhor, Deus fiel, salvai-me.
Em Vós, Senhor, ponho a minha confiança:
hei de exultar e alegrar-me com a vossa misericórdia. Refrão
Fazei brilhar sobre mim a vossa face,
salvai-me pela vossa bondade.
Como é grande, Senhor, a vossa bondade,
que tendes reservada para os que Vos temem. Refrão
ALELUIA Jo 6, 35ab
Refrão: Aleluia Repete-se
Eu sou o pão da vida, diz o Senhor;
quem vem a Mim nunca mais terá fome. Refrão
EVANGELHO Jo 6, 30-35
«Não é Moisés, mas meu Pai, que vos dá o verdadeiro pão do Céu»
Jesus continua a afirmar-Se como o verdadeiro alimento da fé. Ele é “o Pão que veio do Céu”, “o Pão de Deus”. Aos israelitas no deserto, tinha-lhes sido dado o maná, vindo do céu. Mas, muito mais do que o maná, é este Pão que Deus nos enviou, o seu próprio Filho, para que acreditemos n’Ele e O recebamos pela fé. Assim vai sendo explicado, ao longo de toda a fala de Jesus neste capítulo 6 de S. João, o “sinal” da multiplicação dos pães. A ideia principal está no fim da leitura de hoje. S. João usa uma linguagem simbólica.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse a multidão a Jesus: «Que milagres fazes Tu, para que nós vejamos e acreditemos em Ti? Que obra realizas? No deserto os nossos pais comeram o maná, conforme está escrito: ‘Deu-lhes a comer um pão que veio do céu’». Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão que vem do Céu; meu Pai é que vos dá o verdadeiro pão que vem do Céu. O pão de Deus é o que desce do Céu para dar a vida ao mundo». Disseram-Lhe eles: «Senhor, dá-nos sempre desse pão». Jesus respondeu-lhes: «Eu sou o pão da vida: quem vem a Mim nunca mais terá fome, quem acredita em Mim nunca mais terá sede».
Palavra da salvação.
Oração sobre as oblatas
Aceitai, Senhor, os dons da vossa Igreja em festa;
Vós, que lhe destes tão grande alegria,
fazei-a tomar parte na felicidade eterna.
Por Cristo nosso Senhor.
Prefácio Pascal I-V.
Antífona da comunhão Rm 6, 8
Se morremos com Cristo, com Cristo viveremos. Aleluia.
Oração depois da comunhão
Olhai com bondade, Senhor, para o vosso povo
e fazei chegar à gloriosa ressurreição da carne
aqueles que renovastes com os sacramentos de vida eterna.
Por Cristo nosso Senhor.
Santo
Santo Anselmo, bispo e doutor da Igreja
Martirológio
Santo Anselmo, bispo e doutor da Igreja, que, originário de Aosta, no Piemonte, região da Itália, foi monge e depois abade no mosteiro de Bec, na Normandia, região da França, onde ensinou os seus irmãos religiosos a progredir no caminho da perfeição e a procurar a Deus com a inteligência da fé; transferido depois para a insigne sede episcopal de Cantuária, na Inglaterra, lutou valorosamente pela liberdade da Igreja, suportando por isso várias adversidades e o exílio.
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2. Em Roma, a comemoração de Santo Apolónio, filósofo e mártir, que, no tempo do imperador Cómodo, perante o prefeito Perénio e todo o Senado, fez uma clarividente apologia da fé cristã, confirmando-a depois, ao ser condenado à morte, com o testemunho do seu sangue. |
3. Em Alexandria, no Egipto, Santo Aristo, presbítero e mártir. |
4. No monte Sinai, Santo Anastásio, hegúmeno, que defendeu incansavelmente a verdadeira fé contra os monofisitas e escreveu muitos sermões úteis para a salvação das almas. |
5*. No mosteiro de Aplecross, localidade da Escócia, São Melrúbio, abade, que, sendo natural da Irlanda e tornando-se monge em Bangor, fundou um mosteiro de missionários, onde, durante cinquenta anos, difundiu a luz da fé ao povo desta região. |
6*. Em Cágli, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, o Beato João Saziári, religioso da Ordem Terceira de São Francisco. |
7*. Em Cervere, junto de Fossano, no Piemonte, região da Itália, o Beato Bartolomeu Cérvere, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir, que, depois de ter combatido arduamente pela fé católica, a confirmou ao morrer trespassado pela lança. |
8. Em Altötting, na Baviera, região da Alemanha, São Conrado de Parzham (João Birndorfer), religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que desempenhou humildemente o ofício de porteiro durante mais de quarenta anos, com grande generosidade para com os pobres e nunca despedindo algum necessitado sem oportunas palavras de conforto cristão. |
9. Em Nochistlan, no território de Guadalajara, no México, São Romão Adame, presbítero e mártir, que durante a perseguição contra a Igreja, sofreu o martírio por confessar a fé em Cristo Rei.
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