Liturgia diária
Agenda litúrgica
2025-08-30
Sábado da semana XXI
Santa Maria no Sábado – MF
Verde ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 19, n. 18).
L 1 1Ts 4, 9-11; Sl 97 (98), 1. 7-8. 9
Ev Mt 25, 14-30
* Ordem de Cister – Santos Guarino e Amadeu, bispos – MF
* Na Ordem de Malta – B. Alfredo Ildefonso Schuster, Bispo e Bailio Grã Cruz da Ordem – MF
* Na Congregação da Missão e na Companhia das Filhas da Caridade – B. Ghêbré Miguel, presbítero e mártir – MO
* Na Congregação das Irmãzinhas dos Pobres – S. Joana Jugan, virgem e Fundadora da Congregação – SOLENIDADE
* I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.
Missa
Antífona de entrada Cf. Sl 85, 1-3
Inclinai o vosso ouvido e atendei-me, Senhor,
salvai o vosso servo, que em vós confia.
Tende compaixão de mim, Senhor, que a Vós clamo o dia inteiro.
Oração coleta
Senhor nosso Deus,
que unis os corações dos fiéis num único desejo,
fazei que o vosso povo ame o que mandais
e espere o que prometeis,
para que, no meio da instabilidade deste mundo,
fixemos os nossos corações
onde se encontram as verdadeiras alegrias.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
LEITURA I 1Ts 4, 9-11
«Vós mesmos aprendestes de Deus
a amar-vos uns aos outros»
S. Paulo exorta os Tessalonicenses à caridade cada vez maior de uns para com os outros, ainda que eles já assim vivessem habitualmente. Respira-se nesta passagem a paz e a alegria em que as primitivas comunidades cristãs viviam, como novidade que tinham aprendido do próprio Deus, pelo Evangelho de seu Filho, Jesus Cristo. Esta santidade de vida manifesta-se, no dia a dia, nas ocupações normais da vida de cada um, na caridade fraterna, na vida em paz, no trabalho feito com as próprias mãos.
Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo
aos Tessalonicenses
Irmãos: Sobre o amor fraterno, não precisais que vos escreva, porque vós mesmos aprendestes de Deus a amar-vos uns aos outros. E assim fazeis com todos os irmãos na Macedónia. Nós vos exortamos, irmãos, a progredir cada vez mais, tendo como ponto de honra viver em paz, ocupando-vos dos vossos assuntos e trabalhando com as vossas próprias mãos, como vos ordenámos.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 97 (98), 1.7-8.9 (R. 9)
Refrão: O Senhor julgará os povos com justiça. Repete-se
Cantai ao Senhor um cântico novo
pelas maravilhas que Ele operou.
A sua mão e o seu santo braço
Lhe deram a vitória. Refrão
Ressoe o mar e tudo o que ele encerra,
a terra inteira e tudo o que nela habita;
aplaudam os rios
e as montanhas exultem de alegria. Refrão
Diante do Senhor que vem,
que vem para julgar a terra:
julgará o mundo com justiça
e os povos com equidade. Refrão
ALELUIA Jo 13, 34
Refrão: Aleluia Repete-se
Dou-vos um mandamento novo, diz o Senhor:
amai-vos uns aos outros como Eu vos amei. Refrão
EVANGELHO Mt 25, 14-30
«Foste fiel em coisas pequenas:
vem tomar parte na alegria do teu Senhor»
Escutamos hoje outra parábola, que sublinha o sentido que a vida deve tomar, quando se olha para o seu fim. Em vida, somos administradores dos dons de Deus; por isso, o julgamento recairá sobre o uso que tivermos feito desses dons. A boa administração dos mesmos, levar-nos-á à comunhão eterna com a fonte de todos eles, na alegria do Senhor.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «Um homem, ao partir de viagem, chamou os seus servos e confiou-lhes os seus bens. A um entregou cinco talentos, a outro dois e a outro um, conforme a capacidade de cada qual; e depois partiu. O que tinha recebido cinco talentos fê-los render e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebera dois talentos ganhou outros dois. Mas, o que recebera um só talento foi escavar a terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. Muito tempo depois, chegou o senhor daqueles servos e foi ajustar contas com eles. O que recebera cinco talentos aproximou-se e apresentou outros cinco, dizendo: ‘Senhor, confiaste-me cinco talentos: aqui estão outros cinco que eu ganhei’. Respondeu-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel. Porque foste fiel em coisas pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu senhor’. Aproximou-se também o que recebera dois talentos e disse: ‘Senhor, confiaste-me dois talentos: aqui estão outros dois que eu ganhei’. Respondeu-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom e fiel. Porque foste fiel em coisas pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu senhor’. Aproximou-se também o que recebera um só talento e disse: ‘Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde não semeaste e recolhes onde nada lançaste. Por isso, tive medo e escondi o teu talento na terra. Aqui tens o que te pertence’. O senhor respondeu-lhe: ‘Servo mau e preguiçoso, sabias que ceifo onde não semeei e recolho onde nada lancei; devias, portanto, depositar no banco o meu dinheiro e eu teria, ao voltar, recebido com juro o que era meu. Tirai-lhe então o talento e dai-o àquele que tem dez. Porque, a todo aquele que tem, dar-se-á mais e terá em abundância; mas, àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Quanto ao servo inútil, lançai-o às trevas exteriores. Aí haverá choro e ranger de dentes’».
Palavra do salvação.
Oração sobre as oblatas
Senhor, que, pelo único sacrifício da cruz,
formastes para Vós um povo de adoção filial,
concedei à vossa Igreja o dom da unidade e da paz.
Por Cristo nosso Senhor.
Antífona da comunhão Cf. Sl 103, 13-15
Encheis a terra, Senhor, com o fruto das vossas obras.
Da terra fazeis brotar o pão e o vinho que alegra o coração do homem.
Ou: Cf. Jo 6, 54
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue
tem a vida eterna, diz o Senhor, e Eu o ressuscitarei no último dia.
Oração depois da comunhão
Realizai plenamente em nós, Senhor,
a ação redentora da vossa misericórdia
e fazei-nos tão generosos e fortes
que possamos agradar-Vos em toda a nossa vida.
Por Cristo nosso Senhor.
Martirológio
1. Em Roma, no cemitério de Comodila, junto à Via Ostiense, os santos mártires Félix e Adauto, que juntos deram inquebrantável testemunho da sua fé em Cristo e juntos entraram vitoriosos no Céu. |
2. Comemoração dos sessenta santos mártires, que, em Suffetula, na África Bizacena, actualmente na Tunísia, por ter sido destruída uma estátua de Hermes, foram mortos pelo furor dos gentios. |
3. Em Roma, a comemoração de São Pamáquio senador, insigne pela sua firmeza na fé e generosidade para com os pobres, a cuja diligente piedade se deve a construção de uma igreja titular no monte Célio. |
4*. No mosteiro de Rebais, próximo de Meaux, na Nêustria, actualmente na França, Santo Agilo, seu primeiro abade. |
5. Em Breuil, também no território de Meaux, São Fiácrio, eremita, oriundo da Irlanda, que seguiu a vida solitária. |
6*. Em Tessalónica, na Macedónia, actualmente na Grécia, São Fantino o Jovem, eremita, que passou toda a sua vida em jejuns, vigílias e trabalhos por Cristo. |
7. Em Lucédio, no Piemonte, região da Itália, São Bonónio, abade, que seguiu a vida eremítica, primeiro no Egipto, depois no monte Sinai. |
8. Em Trévi, no Lácio, também região da Itália, São Pedro, que, embora analfabeto, cultivou na solidão a sabedoria do Evangelho. |
9. Em Londres, na Inglaterra, Santa Margarida Ward, mártir, que, no reinado de Isabel I, por ter ajudado um sacerdote, foi condenada à morte e de bom grado recebeu o martírio no patíbulo de Tyburn. Com ela, no mesmo lugar, sofreram também o martírio os beatos Ricardo Leight, presbítero, e os leigos Eduardo Shelley e Ricardo Martin, ingleses, João Roche, irlandês, e Ricardo Lloyd, galês: o primeiro, porque era sacerdote; os outros, porque acolheram sacerdotes. |
10*. Em Saluzzo, no Piemonte, região da Itália, o Beato João Juvenal Ancina, bispo, que, anteriormente médico, foi dos primeiros a entrar no Oratório de São Filipe Néri. |
11*. Em Saragoça, na Espanha, a Beata Maria Ráfols, virgem, que, superando pacientemente muitas adversidades, fundou no hospital desta cidade a Congregação das Irmãs da Caridade de Santa Ana e a dirigiu com suma diligência. |
12*. Em Almeria, também na Espanha, os beatos mártires Diogo Ventaja Milán, bispo de Almeria, e Manuel Medina Olmos, bispo de Guádix, que, encarcerados em ódio à fé cristã, suportaram pacientemente os maus tratos e insultos, até que, durante a noite, foram fuzilados. |
13*. Na estrada de Puebla Tornesa para Villafamés, próximo de Castellón, também na Espanha, o Beato Joaquim de Albocácer (José Ferrer Adell), presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, que pelo martírio alcançou a recompensa prometida aos que perseveram na fé. |
14*. Em Bilbau, também na Espanha, o Beato Vicente Cabanes Badenas, presbítero da Congregação dos Terciários Capuchinhos de Nossa Senhora das Dores e mártir, que, durante a mesma perseguição contra a fé, mereceu entrar no banquete celeste. |
15♦. Em Madrid, também na Espanha, os beatos mártires António Maria Arriaga Anduíza, religioso da Ordem de Santo Agostinho, e Nicásio Romo Rúbio, religioso da Ordem dos Pregadores, que na mesma perseguição foram assassinados em ódio à fé cristã. |
16♦. Em Atavaca, perto de Madrid, também na Espanha, os beatos Germano Martin Martin, presbítero, Dionísio Ullívarri Barajuán, religioso, ambos da Sociedade Salesiana e mártires, que, durante a perseguição contra a fé, derramoram o seu sangue por Cristo e alcançaram a palma da glória. |
17♦. Em Kfiffan, no Líbano, o Beato Estêvão Nehmé (José Nehmé), religioso da Ordem Maronita Libanesa. |
18♦. Em Belo Horizonte, no Brasil, o Beato Eustáquio van Lieshout, presbítero da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. |
19*. Em Venégono, próximo de Varese, na Itália, o passamento do Beato Alfredo Ildefonso Schuster, bispo, que era abade de São Paulo em Roma quando foi nomeado para a sede episcopal de Milão, ministério pastoral que exerceu incansavelmente com admirável sabedoria em favor do seu povo. |