Liturgia diária

Agenda litúrgica

2020-03-12

QUINTA-FEIRA da semana II

Roxo – Ofício da féria.
Missa da féria, pf. da Quaresma.

L 1 Jer 17, 5-10; Sal 1, 1-2. 3. 4 e 6
Ev Lc 16, 19-31

 

 

Martirológio

1.   Em Tebessa, na Numídia, na actual Argélia, São Maximiliano, mártir, que, sendo filho do militar veterano Vítor e recrutado também para o exército, respondeu ao procônsul Diónio que, na sua qualidade de cristão, não lhe era permitido servir como soldado e, por recusar o juramento militar, foi morto ao fio da espada.

2.   Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, a comemoração dos santos mártires Migdónio, presbítero, Eugénio, Máximo, Dona, Mardónio, Pedro, Esmaragdo e Hilário, que foram sufocados um cada dia, para atemorizar os outros.

3.   Também em Nicomédia da Bitínia, a paixão de São Pedro, mártir, camareiro-mor do imperador Diocleciano, que por ter lamentado publicamente os suplícios excessivos dos mártires, por ordem do mesmo imperador foi colocado no meio deles, depois suspenso no ar e flagelado durante muito tempo e finalmente assado a fogo lento numa grelha. Doroteu e Gorgónio, também camareiros do rei, que reclamaram contra o sucedido, sofreram semelhantes tormentos e por fim foram enforcados.

4.   Em Roma, no cemitério de Ponciano “ad Ursum Pileatum”, o sepultamento de Santo Inocêncio I, papa, que defendeu São João Crisóstomo, confortou São Jerónimo e aprovou Santo Agostinho.

5.   Em Saint-Pol-de-Léon, na Bretanha Armórica, hoje na França, São Paulo Aureliano, primeiro bispo desta cidade.

6.   Em Roma, junto de São Pedro, o sepultamento de São Gregório Magno, papa, cuja memória se celebra a três de Setembro, dia da sua ordenação.

7.   Em Sigriana, localidade da Bitínia, na actual Turquia, no mosteiro de Campo Grande, o sepultamento de São Teófanes, o Cronógrafo, que, sendo muito rico se fez pobre monge e, por defender o culto das sagradas imagens, foi encarcerado por ordem do imperador Leão o Arménio durante dois anos e depois deportado para a Samotrácia, onde, exausto com tantas tribulações, entregou o espírito a Deus.

8*.   Em Wincester, na Inglaterra, Santo Elfego, bispo, que tinha sido monge e trabalhou muito para a restauração da vida cenobítica.

9*.   Em San Geminiano, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, a Beata Fina ou Serafina, virgem, que desde tenra idade suportou com invencível paciência uma longa e grave enfermidade, confiando só em Deus.

10*.   Em Arezzo, também na Etrúria, actualmente na Toscana, região da Itália, a Beata Justina Francúcci Bézzoli, virgem da Ordem de São Bento e reclusa.

11*.   Em Recanáti, no Piceno, actualmente nas Marcas, também região da Itália, o Beato Jerónimo Gherardúcci, presbítero da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, que trabalhou pela paz e concórdia entre os povos.

12.   Em Guiyang, cidade da província de Guangxi, na China, São José Zhang Dapeng, mártir, que, tendo recebido a luz da fé, pouco depois de ser baptizado abriu as portas aos missionários e catequistas e socorreu de todas as formas os pobres, os enfermos e as crianças, até ao dia em que foi conduzido ao suplício da cruz, onde derramou lágrimas de alegria por ter sido considerado digno de morrer por Cristo.

13*.   Em Cracóvia, na Polónia, a Beata Ângela Salawa, virgem da Ordem Terceira de São Francisco, que, decidindo passar toda a vida no serviço doméstico, viveu humildemente entre as servas, e em extrema pobreza partiu deste mundo ao encontro do Senhor.

14*.   Em Sanremo, na Ligúria, região da Itália, São Luís Orione, presbítero, que fundou a Pequena Obra da Divina Providência, para auxílio dos jovens e de todos os marginados.