Dicionário elementar de liturgia
José Aldazábal
estola
É uma tira de pano, com cerca de quinze a vinte e cin¬co centímetros de largura, branca ou de cores, que pende do pescoço. A palavra vem do grego, stolé. No uso latino antigo, empregava-se às vezes para designar vestes significativas ou simbólicas: assim fala-se de que os baptizados vão vestidos de estolas brancas (stolis albis candidi), ou que os mártires vão vestidos com a estola da glória imortal.
A estola é comum a todos os ministros ordenados. Com a diferença de que os sacerdotes a colocam à volta do pescoço, caindo as suas pontas em paralelo sobre os dois ombros, sobre a *túnica e debaixo da casula, e os diáconos usam-na cruzada, «em bandoleira», do ombro esquerdo para a direita.
É, portanto, um distintivo dos ministros e, simultaneamente, um adorno que ressalta a função sagrada que realizam. Usa-se a estola também para ¬distribuir a comunhão ou quando
se ocupa a *cadeira penitencial. Na ordenação do diácono um dos gestos complementares é o da imposição da estola.