Liturgia diária

Agenda litúrgica

2020-05-31

DOMINGO DE PENTECOSTES

Vermelho – Ofício da solenidade. Te Deum.
+ Missa própria do dia, Glória, sequência, Credo, pf. próprio.

L 1 Act 2, 1-11; Sal 103 (104), 1ab e 24ac. 29bc-30. 31 e 34
L 2 1 Cor 12, 3b-7. 12-13
Ev Jo 20, 19-23

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* Proibidas as Missas em oratórios privados.
* Dia do Apostolado Organizado dos Leigos.
* Aniversário da Ordenação episcopal de D. José Francisco Sanches Alves, Bispo Emérito de Évora (1998).
* Na Diocese do Algarve – Ofertório para a Igreja Diocesana.
* Na Diocese de Angra – Ofertório para a Acção Católica e Apostolado dos Leigos.
* Nas Dioceses de Aveiro, Braga, Lamego, Lisboa, Portalegre-Castelo Branco, Viana do Castelo e Vila Real – Ofertório para o Apostolado dos Leigos.
* Na Diocese de Bragança-Miranda – Ofertório para a Formação e Acção Pastoral dos Leigos.
* Na Diocese da Guarda – Ofertório para as Obras Diocesanas de Apostolado.
* Na Diocese do Porto – Ofertório para a Acção Pastoral Diocesana.
* Na Diocese de Viseu – Ofertório para a Acção Católica.
* Na Congregação do Espírito Santo e nas Irmãs Missionárias do Espírito Santo – Titular da Congregação.
* Nas Dioceses de Cabo Verde – Ofertório para a Catequese.
* II Vésp. da solenidade – Compl. dep. II Vésp. dom.

 

Ano A

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA Sab 1, 7
O Espírito do Senhor encheu a terra inteira;
Ele, que abrange o universo, conhece toda a palavra. Aleluia.

Ou Rom 5, 5; 8, 11
O amor de Deus foi derramado em nossos corações
pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia.
Diz-se o Glória.


ORAÇÃO COLECTA
Deus do universo,
que no mistério do Pentecostes santificais a Igreja
dispersa entre todos os povos e nações,
derramai sobre a terra os dons do Espírito Santo,
de modo que também hoje se renovem nos corações dos fiéis
os prodígios realizados nos primórdios da pregação do Evangelho.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I Actos 2, 1-11
«Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar»

De harmonia com a promessa de Jesus, o Espírito Santo, manifestando a Sua presença sob os sinais sensíveis do vento e do fogo, desce sobre os Apóstolos, transforma-os totalmente e consagra-os para a missão, que Jesus lhes confiara.
Com este Baptismo no Espírito Santo, nascia assim, oficialmente, a Igreja. Nesse dia, homens separados por línguas, culturas, raças e nações, começavam a reunir-se no grande Povo de Deus num movimento que só terminará com a Vinda final de Jesus.

Leitura dos Actos dos Apóstolos
Quando chegou o dia de Pentecostes, os Apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar. Subitamente, fez-se ouvir, vindo do Céu, um rumor semelhante a forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que se exprimissem. Residiam em Jerusalém judeus piedosos, procedentes de todas as nações que há debaixo do céu. Ao ouvir aquele ruído, a multidão reuniu-se e ficou muito admirada, pois cada qual os ouvia falar na sua própria língua. Atónitos e maravilhados, diziam: «Não são todos galileus os que estão a falar? Então, como é que os ouve cada um de nós falar na sua própria língua? Partos, medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egipto e das regiões da Líbia, vizinha de Cirene, colonos de Roma, tanto judeus como prosélitos, cretenses e árabes, ouvimo-los proclamar nas nossas línguas as maravilhas de Deus».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31.34 (R. 30)
Refrão: Enviai, Senhor, o vosso Espírito
e renovai a face da terra. Repete-se
Ou: Mandai, Senhor o vosso Espírito,
e renovai a terra. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Bendiz, ó minha alma, o Senhor.
Senhor, meu Deus, como sois grande!
Como são grandes, Senhor, as vossas obras!
A terra está cheia das vossas criaturas. Refrão

Se lhes tirais o alento, morrem
e voltam ao pó donde vieram.
Se mandais o vosso espírito, retomam a vida
e renovais a face da terra. Refrão

Glória a Deus para sempre!
Rejubile o Senhor nas suas obras.
Grato Lhe seja o meu canto
e eu terei alegria no Senhor. Refrão


LEITURA II 1 Cor 12, 3b-7.12-13
«Todos nós fomos baptizados num só Espírito,
para formarmos um só Corpo»

O Espírito Santo é «a alma da Igreja». É Ele que dá aos Apóstolos a perfeita compreensão do Mistério Pascal e os leva a anunciar a Ressurreição a todos os homens, sem excepção. É por Ele que nós acreditamos que Jesus é Deus e essa nossa fé se mantém. É Ele que enriquece o Corpo Místico com dons e carismas, numa grande variedade de vocações, ministérios e actividades. É Ele que, ao mesmo tempo que nos distingue, dando-nos uma personalidade própria dentro da Igreja, nos põe em comunhão uns com os outros, de tal modo que a diversidade não destrói a unidade.

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios
Irmãos: Ninguém pode dizer «Jesus é o Senhor» a não ser pela acção do Espírito Santo. De facto, há diversidade de dons espirituais, mas o Espírito é o mesmo. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Em cada um se manifestam os dons do Espírito para o bem comum. Assim como o corpo é um só e tem muitos membros e todos os membros, apesar de numerosos, constituem um só corpo, assim também sucede com Cristo¬¬. Na verdade, todos nós – judeus e gregos, escravos e homens livres – fomos baptizados num só Espírito, para constituirmos um só Corpo. E a todos nos foi dado a beber um único Espírito.
Palavra do Senhor.


SEQUÊNCIA
Vinde, ó santo Espírito,
vinde, Amor ardente,
acendei na terra
vossa luz fulgente.

Vinde, Pai dos pobres:
na dor e aflições,
vinde encher de gozo
nossos corações.

Benfeitor supremo
em todo o momento,
habitando em nós
sois o nosso alento.

Descanso na luta
e na paz encanto,
no calor sois brisa,
conforto no pranto.

Luz de santidade,
que no Céu ardeis,
abrasai as almas
dos vossos fiéis.

Sem a vossa força
e favor clemente,
nada há no homem
que seja inocente.

Lavai nossas manchas,
a aridez regai,
sarai os enfermos
e a todos salvai.

Abrandai durezas
para os caminhantes,
animai os tristes,
guiai os errantes.

Vossos sete dons
concedei à alma
do que em Vós confia:

Virtude na vida,
amparo na morte,
no Céu alegria.


ALELUIA
Refrão: Aleluia. Repete-se
Vinde, Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis
e acendei neles o fogo do vosso amor. Refrão


EVANGELHO Jo 20, 19-23
«Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós:
Recebei o Espírito Santo»

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».
Palavra da salvação.


MEDITAÇÃO

Pentecostes: dom do Espírito da luz e da libertação. O Espírito de Deus é o espírito que liberta os corações, que anima os crentes a abrir as suas comunidades, o espírito que toda a humanidade precisa. Deus oferece a luz que vem ao encontro do homem sedento de liberdade; permite que o homem tenha uma visão global, de todo o universo, levando-o a ultrapassar as fronteiras do seu pequeno mundo; Deus olha para o homem com amor enquanto cada um se vai admirando ao ver as estrelas do céu. Nesta história, Deus e o homem encontram-se neste dia de Pentecostes porque o Espírito Santo vem ao encontro das nossas aspirações mais profundas, actua em cada um, na Igreja e no mundo.

1. O Espírito actua na comunidade

– Pode perguntar-se porque é que se celebra um dia de Pentecostes se nós recebemos o dom do Espírito Santo todos os dias e em tantas ocasiões…
– É verdade! Mas, precisamos de momentos em que esta experiência tem que ser vivida e experimentada na comunidade; precisamos de nos mobilizar todos para que cresça em nós a disposição para acolher o dom que é comum a todos embora seja experimentado por cada um, pessoalmente, todos os dias…
– Foi isso que aconteceu desde o princípio: o livro dos Actos dos Apóstolos diz-nos que os apóstolos estavam todos reunidos no mesmo lugar e que uma espécie de línguas de fogo poisou sobre cada um deles… Também o Ev de João refere que os discípulos se encontravam todos na mesma casa quando Jesus se apresentou no meio deles… Hoje também voltamos todos a estar juntos na nossa casa, no mesmo lugar que nos acolhe em assembleia (como têm sido difíceis os dias de isolamento em que não pudemos juntar-nos…)
– Além disso, a experiência do Espírito Santo também acontece no primeiro dia da semana… Jesus entra, saúda os discípulos (“a paz esteja convosco”), dá-se a conhecer e dá-lhes o Espírito Santo para o perdão dos pecados…
– Eles estavam fechados, com medo, fazendo aquela experiência que nós temos feito ao longo de quase três meses por causa da pandemia do Covid-19… Tem sido difícil suportar este confinamento ainda que se compreendam as razões… É verdade que as mãos e o lado de Jesus mostram os sinais das feridas, o sofrimento e a ansiedade continuam ainda presentes, mas o dom do Espírito dá-nos confiança…
– A ressurreição de Jesus e o dom do Seu Espírito não apagam as contradições e a dificuldade de assimilar o sentido de tantos acontecimentos da história, as manchas negras do nosso caminho… Porém, a palavra de Jesus é de paz, de abertura ao mundo que nos rodeia e esta palavra capacita-nos para enfrentar realidades que nos assustam…

2. Para o serviço de todos

– Paulo, no texto da carta aos Coríntios, acentua a acção do Espírito em cada um mas, para o bem de todos… Pode haver pessoas na comunidade que sejam possuidoras de carismas, de dons próprios para o exercício de determinadas funções, mas, é o mesmo Espírito que actua em todos e, se for através de alguém em particular, deve resultar sempre a favor de todos, da comunidade…
– Mais ainda: segundo os Actos dos Apóstolos, a acção do Espírito deve ter como efeito imediato, o anúncio das maravilhas de Deus a todos os povos... Se o Espírito actua na comunidade e em determinados lugares onde a comunidade se reúne, não é para que a sua acção só se faça sentir ali… É para sair para fora e comunicar com toda a gente…
– A festa do Pentecostes não é mera recordação do que aconteceu um dia em Jerusalém quando os discípulos “foram revestidos da força do alto”… Esta festa é a celebração, em cada comunidade e em união com toda a Igreja, dos dons do Espírito Santo que nos renovam para a missão da Igreja no séc. XXI…
– A chama do círio pascal e a água com que fomos renovados no Baptismo estimulam-nos a nascer de novo, com nova fé, nova esperança, novo amor e novo entusiasmo pelo Reino…





Diz-se o Credo.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Concedei-nos, Senhor nosso Deus,
que o Espírito Santo, segundo a promessa do vosso Filho,
nos revele plenamente o mistério deste sacrifício
e nos faça conhecer toda a verdade.
Por Nosso Senhor .


PREFÁCIO O mistério do Pentecostes
V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.
R. É nosso dever, é nossa salvação.
Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente,
é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação
dar-Vos graças, sempre e em toda a parte.
Hoje manifestastes a plenitude do mistério pascal
e sobre os filhos de adopção,
unidos em comunhão admirável ao vosso Filho Unigénito,
derramastes o Espírito Santo,
que no princípio da Igreja nascente
revelou o conhecimento de Deus a todos os povos da terra
e uniu a diversidade das línguas na profissão duma só fé.
Por isso, na plenitude da alegria pascal,
exultam os homens por toda a terra
e com os Anjos e os Santos proclamam a vossa glória,
cantando numa só voz:
Santo, Santo, Santo..


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Actos 2, 4.11
Todos ficaram cheios do Espírito Santo
e proclamavam as maravilhas de Deus. Aleluia.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Senhor nosso Deus,
que concedeis com abundância à vossa Igreja os dons sagrados,
conservai nela a graça que lhe destes,
para que floresça sempre em nós o dom do Espírito Santo,
e o alimento espiritual que recebemos
nos faça progredir no caminho da salvação.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Santo

VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA

 

 

Martirológio

Festa da Visitação da Virgem Santa Maria, em que a Mãe de Deus foi ao encontro da sua parenta Isabel, que em avançada idade tinha concebido um filho, e a saudou. No feliz encontro das duas futuras mães, o Redentor que vinha ao mundo santificou o precursor ainda no seio da sua mãe, e Maria, respondendo à saudação de Isabel e exultando na alegria do Espírito Santo, deu glória ao Senhor com um cântico de louvor, o “Magnificat”.

 

2.   Em Roma, no cemitério de Domitila, junto à Via Ardeatina, Santa Petronila, virgem e mártir.

3.   Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia, Santo Hérmias, soldado, mártir.

4.   Em Aquileia, hoje no Friúli Venézia, região da Itália, os santos Câncio, Canciano e Cancianila, mártires, que, presos pelo perseguidor quando saíam da cidade num carro, foram finalmente levados ao suplício.

5*.   Em Toulouse, na Gália Narbonense, actualmente na França, São Sílvio, bispo, que empreendeu a construção de uma basílica para honrar o túmulo de São Saturnino.

6*.   Em Forlí, na Emília-Romanha, região da Itália, o Beato Tiago Salomóni, presbítero, que, sendo ainda adolescente, falecido o seu pai e recebida sua mãe entre as monjas cistercienses, distribuiu os seus bens aos pobres e entrou na Ordem dos Pregadores, onde resplandeceu durante quarenta e cinco anos, dotado de insignes dons carismáticos, amigo dos pobres e homem de paz.

7*.   Em Camerino, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, Santa Baptista de Varano (Camila Baptista de Varano), abadessa do mosteiro das Clarissas fundado por seu pai, onde experimentou grandes tribulações e consolações místicas.

8*.   Em York, na Inglaterra, os beatos mártires Roberto Thorpe, presbítero, e Tomás Watkinson, que, no reinado de Isabel I, foram condenados à morte: o primeiro, porque era sacerdote e o segundo, pai de família já ancião, porque muitas vezes prestou auxílio aos sacerdotes; ambos receberam ao mesmo tempo no patíbulo a coroa do martírio.

9*.   Em Paris, na França, o Beato Nicolau Barré, presbítero, que foi docente de teologia e célebre director de almas no espírito do Evangelho e instituiu por todas as partes da França as Escolas Cristãs e da Caridade, bem como as Irmãs Mestras do Menino Jesus, destinadas à instrução gratuita da juventude mais carenciada.

10*.   Em Nicósia, na Sicília, região da Itália, São Félix (Tiago Amoroso), religioso, que, depois de ter sido recusado durante dez anos, ingressou finalmente na Ordem dos Menores Capuchinhos, onde exerceu os mais humildes ofícios com grande simplicidade e inocência de coração.

11*.   Em Bellegra, localidade próxima de Roma, o Beato Mariano de Roccacasale (Domingos) Di Nicolantónio, religioso da Ordem dos Frades Menores, que, exercendo o ofício de porteiro, abriu as portas do convento aos pobres e aos peregrinos, a quem socorreu de todos os modos com imensa caridade.

12.   Em Mityana, localidade do Uganda, São Noé Mawaggali, mártir, que, sendo fâmulo do rei, quando irrompeu a perseguição recusou destemidamente empreender a fuga e espontaneamente apresentou o peito às lanças dos soldados, que, depois de o terem trespassado, o penduraram numa árvore, até chegar à morte por Cristo.