Liturgia diária

Agenda litúrgica

2021-10-16

Sábado da semana XXVIII

Santa Maria no Sábado – MF
S. Hedwiges, religiosa – MF
S. Margarida Maria Alacoque, virgem – MF
Verde ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 19, n. 18).

L 1 Rom 4, 13. 16-18; Sal 104 (105), 6-7. 8-9. 42-43
Ev Lc 12, 8-12

* Na Diocese de Angra – Aniversário da Dedicação da Igreja Catedral. Na Sé – SOLENIDADE; nas outras igrejas da Diocese – FESTA
* Na Ordem de Cister – S. Hedwiges, monja – MF
* Na Ordem da Visitação de Santa Maria e na Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus – S. Margarida Maria Alacoque, virgem – FESTA e MO
* Na Congregação das Filhas de São Camilo – S. Josefina Vannini, virgem, Fundadora com o B. Luís Tezza, da Congregação – SOLENIDADE
* Na Congregação do Santíssimo Redentor – S. Gerardo Majela, religioso – MO
* Nas Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor – I Vésp. do Santíssimo Redentor.
* I Vésp. do domingo – Compl. dep. I Vésp. dom.

 

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 129, 3-4
Se tiverdes em conta as nossas faltas,
Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão, Senhor Deus de Israel.


ORAÇÃO COLECTA
Nós Vos pedimos, Senhor, que a vossa graça
preceda e acompanhe sempre as nossas acções
e nos torne cada vez mais atentos
à prática das boas obras.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I (anos ímpares) Rom 4, 13.16-18
«Esperando contra toda a esperança, acreditou»

É a fé que justifica. É esta a grande afirmação da epístola aos Romanos. E cita-se agora o exemplo de Abraão. Foi em virtude da sua fé que ele foi justificado e se tornou o pai de todos os crentes. É assim que todos os que crêem, como ele acreditou, constituem a sua verdadeira descendência, são mais seus filhos do que aqueles que nasceram do seu sangue, e participam da aliança que Deus fez com ele e com a sua descendência.

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos
Irmãos: Não foi por meio da Lei, mas pela justiça da fé, que se fez a Abraão ou à sua descendência a promessa de que receberia o mundo como herança. Portanto a herança vem pela fé, para que seja dom gratuito de Deus e a promessa seja válida para toda a descendência, não só para a descendência segundo a Lei, mas também para a descendência segundo a fé de Abraão. Ele é o pai de todos nós, como está escrito: «Fiz de ti o pai de muitos povos». Ele é o nosso pai diante d’Aquele em quem acreditou, o Deus que dá vida aos mortos e chama à existência o que não existe. Esperando contra toda a esperança, Abraão acreditou, tornando-se pai de muitos povos, como lhe tinha sido dito: «Assim será a tua descendência».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 104 (105), 6-7.8-9.42-43 (R. 8a)
Refrão: O Senhor recorda a sua aliança para sempre. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Descendentes de Abraão, seu servo,
filhos de Jacob, seu eleito,
O Senhor é o nosso Deus
e as suas sentenças são lei em toda a terra. Refrão

Ele recorda sempre a sua aliança,
a palavra que empenhou para mil gerações,
o pacto que estabeleceu com Abraão,
o juramento que fez a Isaac. Refrão

Não Se esqueceu da palavra sagrada
que dera a Abraão, seu servo,
e fez sair o povo com alegria,
os seus eleitos com gritos de júbilo. Refrão


ALELUIA Jo 15, 26b.27a
Refrão: Aleluia. Repete-se
O Espírito da verdade dará testemunho de Mim,
diz o Senhor,
e vós também dareis testemunho. Refrão


EVANGELHO Lc 12, 8-12
«O Espírito Santo vos ensinará naquele momento
o que haveis de dizer»

Ainda na continuação da leitura de ontem, o Senhor faz hoje aos seus discípulos algumas recomendações em ordem sobretudo aos momentos de perseguição. A fé dos cristãos há-de levá-los a proclamarem esta mesma fé, sobretudo nos momentos mais críticos; mas é sobretudo então que o Espírito em nós actua e por nós fala. Não seria, de facto, com simples argumentos humanos que conseguiríamos responder aos opositores do Evangelho.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «A todo aquele que Me tiver reconhecido diante dos homens também o Filho do homem o reconhecerá diante dos Anjos de Deus. Mas quem Me tiver negado diante dos homens será negado diante dos Anjos de Deus. E todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do homem será perdoado; mas quem tiver blasfemado contra o Espírito Santo não será perdoado. Quando vos levarem às sinagogas, aos magistrados e às autoridades, não vos preocupeis com o que haveis de responder nem com o que haveis de dizer em vossa defesa. O Espírito Santo vos ensinará naquela hora o que haveis de dizer».
Palavra da salvação.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Aceitai, Senhor,
as orações e as ofertas dos vossos fiéis
e fazei que esta celebração sagrada
nos encaminhe para a glória do Céu.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 33, 11
Os ricos empobrecem e passam fome;
mas nada falta aos que procuram o Senhor.

Ou cf. 1 Jo 3, 2
Quando o Senhor Se manifestar,
seremos semelhantes a Ele,
porque O veremos na sua glória.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Deus de infinita bondade,
que nos alimentais com o Corpo e o Sangue do vosso Filho,
tornai-nos também participantes da sua natureza divina.
Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo

S. HEDVIGES, religiosa

 

S. MARGARIDA MARIA ALACOQUE,virgem

 

 

Martirológio

Santa Edviges, religiosa, natural da Baviera e duquesa da Silésia, que se dedicou generosamente ao auxílio dos pobres, para os quais fundou vários albergues e, depois da morte do seu esposo, o duque Henrique, se retirou num mosteiro de monjas cistercienses que ela própria tinha fundado e de que era abadessa sua filha Gertrudes, onde passou activamente o resto dos seus dias. Morreu em Trebnitz, na Polónia, no dia quinze de Outubro.

 

Santa Margarida Maria Alacoque, virgem, monja da Ordem da Visitação da Virgem Maria, que progrediu de modo admirável no caminho da perfeição; enriquecida com graças místicas e ardentemente devota do Sagrado Coração de Jesus, trabalhou muito para propagar o seu culto na Igreja. Morreu em Paray-le-Monial, na região de Autun, na França, no dia dezassete de Outubro.

 

3.       Em Jerusalém, a comemoração de São Longinos, venerado como o soldado que abriu com a lança o lado do Senhor pregado na cruz.

4.       Na região de Toul, na Gália, hoje na França, Santo Elífio, que é venerado como mártir.

5.       Comemoração dos santos Martiniano e Saturiano, mártires na África Setentrional, com dois irmãos seus, que, durante a perseguição dos Vândalos no tempo do rei ariano Genserico, eram escravos de um vândalo e tinham sido convertidos à fé de Cristo por Santa Máxima, virgem, sua companheira de escravidão. Pela sua constância na fé católica, foram fustigados e feridos até aos ossos com varas nodosas e depois enviados para o desterro dos mouros exilados, onde foram condenados à morte por terem convertido alguns deles à fé de Cristo. Quanto a Santa Máxima, liberta depois de superar muitas tribulações, morreu em paz num mosteiro, como mãe de muitas virgens.

6.       No território de Limoges, na Aquitânia, actualmente na França, os santos Amando e seu discípulo São Juniano, eremitas.

7.       Perto de Arbon, na Germânia, actualmente na Suíça, São Galo, presbítero e monge, que, foi recebido ainda adolescente por São Columbano no mosteiro de Bangor, na Irlanda, propagou diligentemente o Evangelho nesta região e ensinou aos seus irmãos a disciplina monástica. Descansou no Senhor quase centenário.

8*.     Em Noyon, na Nêustria, hoje na França, São Mumolino, bispo, que, sendo monge, ajudou Santo Audomaro na missão evangelizadora e depois sucedeu a Santo Elígio na sede episcopal.

9.      No mosteiro de Heresfeld, na Francónia da Germânia, na hodierna Alemanha, São Lulo, bispo de Mogúncia, que, sendo companheiro e colaborador de São Bonifácio na obra da evangelização, foi por ele ordenado bispo, para que fosse um mestre para os presbíteros, um doutor da Regra para os monges, um pregador fiel e pastor para o povo cristão.

10*.   No território de Retz, perto de Nantes, na Bretanha Menor, hoje na França, São Vital, eremita.

11*.   No território de Mirepoix, junto aos Pireneus, na Gália, também na hodierna França, São Gauderico, agricultor, insigne pela sua devoção à Mãe de Deus. 

12*.   Em Brioude, na região dos Arvenos, na Aquitânia, actualmente também na França, Santa Bonita, virgem.

13*.   Em Pamiers, junto aos Pireneus, também na França, Santo Anastásio, monge, que, natural de Veneza, abraçou a vida eremítica na ilha de Tombelaine, perto de Mont-Saint-Michel, depois a vida monástica em Cluny, finalmente a vida na solidão durante os últimos anos da sua vida.

14.     Em Cominges, também junto aos Pireneus, na França, São Beltrão, bispo, que, por indicação do papa São Gregório VII, trabalhou arduamente para a reforma da Igreja, reconstruiu a sua cidade abandonada e em ruínas e edificou junto à catedral um claustro e um cabido de Cónegos Regrantes segundo a Regra de Santo Agostinho.

15*.   No mosteiro de Igny, na região de Reims, igualmente na França, o passamento do Beato Gerardo de Claraval, abade, que foi assassinado por um iníquo monge durante uma visita a este cenóbio.

16*.   Em Materdómini, na Campânia, São Gerardo Majella, religioso da Congregação do Santíssimo Redentor, que, arrebatado pelo amor de Deus, abraçou um género de vida rigorosíssimo e, exuberante de zelo por Deus e pelas almas, ainda jovem descansou piedosamente no Senhor.

17♦.   Em Madrid, na Espanha, os Beato Jesus Villaverde Andrés, presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir,  que, na mesma perseguição religiosa, perseverou na fé em Cristo até à morte.

18*.   Perto de Cracóvia, na Polónia, no campo de concentração de Auschwitz, os beatos Aniceto Koplinski, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, e José Jankowski, da Sociedade do Apostolado Católico, presbíteros e mártires, que, durante a ocupação militar da sua pátria por sequazes de uma nefanda doutrina hostil aos homens e à fé cristã, deram testemunho da sua fé em Cristo até à morte, um na câmara de gás, o outro assassinado pelos guardas do campo.

19♦.   Em Ramapuram, localidade de Palai, na Índia, o Beato Agostinho Thevarparampil “Kunjachan”, presbítero.