Martirológio Romano

Feb 27, 2017

 

1.   Em Alexandria, no Egipto, a comemoração dos santos Julião e Euno, mártires, na perseguição do imperador Décio. Julião, por ser tão enfermo de gota que não podia andar nem estar de pé, foi apresentado ao juiz, juntamente com dois servos que o levaram numa cadeira. Um deles, com medo, renegou a fé; o outro, chamado Euno, perseverou com o seu senhor na confissão de Cristo. Conduzidos ambos por toda a cidade montados em camelos, à vista de todo o povo foram flagelados até à morte.

(† s. III)

2.   Também em Alexandria, no Egipto, São Besas, mártir, que, sendo soldado, por ter intentado conter os que insultavam os santos mártires anteriormente mencionados, foi denunciado ao juiz e, perseverando firme na fé, foi decapitado.

(† s. III)

3*.   No território de Rouen, na Gália, hoje na França, Santa Honorina, virgem e mártir.

(† data inc.)

4.   Em Lião, também na Gália, hoje na França, São Baldomiro, subdiácono, homem consagrado a Deus.

(† c. 660)

5.   Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, os santos Basílio e Procópio Decapolita, monges, que, no tempo de Leão o Isáurico, defenderam vigorosamente o culto das sagradas imagens.

(† 741)

6.   No mosteiro de Narek, na Arménia, São Gregório, monge e doutor da Igreja, evangelizador dos Armenos, ilustre pela doutrina, escritos e ciência mística.

(† c. 1005)

7*.   Em Messina, na Sicília, região da Itália, São Lucas, abade do mosteiro do Santíssimo Salvador, sob a regra dos monges orientais.

(† 1149)

8.   Em Londres, na Inglaterra, Santa Ana Line, viúva e mártir, que, depois de ter morrido o esposo no exílio por causa da fé católica, conseguiu arranjar uma casa para os sacerdotes, e por isso, no reinado de Isabel I, foi enforcada no patíbulo de Tyburn. Com ela padeceram o suplício também os beatos presbíteros e mártires Marcos Barkworth, da Ordem de São Bento, e Rogério Filcock, da Companhia de Jesus, dilacerados à espada quando ainda estavam vivos.

(† 1601)

9*.   Também em Londres, o Beato Guilherme Richardson, presbítero e mártir, que, ordenado em Sevilha, na Espanha, por causa do seu sacerdócio foi enforcado no patíbulo de Tyburn, sendo o último mártir do reinado de Isabel I.

(† 1603)

10*.   Em Sencelles, localidade da ilha de Maiorca, na Espanha, a Beata Francisca Ana de Nossa Senhora das Dores (Francisca Maria Cirer Carbonell), virgem, que, não sabendo ler nem escrever, mas animada pelo zelo divino, fundou a Comunidade das Irmãs da Caridade.

(† 1855)

11*.   Em Ísola del Gran Sasso, nos Abruzos, região da Itália, São Gabriel de Nossa Senhora das Dores (Francisco Possénti), acólito, que, abandonando a vanglória do mundo, entrou ainda adolescente na Congregação da Paixão, onde terminou o breve curso da sua vida.

(† 1862)

12♦.   Em Barcelona, na Espanha, o Beato José Tous y Soler, presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, fundador da Congregação das Irmãs Capuchinhas do Divino Pastor.

(† 1871)

13*.   Em Marselha, na França, a Beata Maria de Jesus Deluil Martiny, virgem, que fundou a Congregação das Filhas do Coração de Jesus e, ferida mortalmente por um homem violento, concluiu com o derramamento do seu sangue uma vida intimamente unida à Paixão de Cristo.

(† 1884)

14*.   Em Pasto, na Colômbia, a Beata Maria da Caridade do Espírito Santo (Maria Josefa Carolina Brader), virgem, que soube conciliar excelentemente a vida contemplativa com a actividade missionária e fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Maria Imaculada, para promover a formação cristã do povo.

(† 1943)