Martirológio Romano

Mar 22, 2017

1.   Comemoração de Santo Epafrodito, a quem o apóstolo São Paulo chama irmão, colaborador e companheiro de combate.

2.   Perto de Narbonne, cidade do litoral da Gália, hoje na França, junto da Via Domícia, o sepultamento de São Paulo, bispo.

(† s. III)

3.   Na Galácia, na actual Turquia, os santos Calínico e Basilissa, mártires.

(† data inc.)

4.   Em Ancara, também na Galácia, São Basílio, presbítero e mártir, que, durante todo o mandato do imperador Constâncio, resistiu fortemente aos arianos, e em seguida, no tempo do imperador Juliano, tendo orado a Deus para que nenhum cristão se afastasse da fé, foi preso e entregue ao procônsul da província e, depois de muitos tormentos, consumou o seu martírio.

(† 362)

5.   Comemoração de Santa Lia, viúva romana, cujas virtudes e partida deste mundo para Deus receberam os louvores de São Jerónimo.

(† c. 383)

6.   Em Ósimo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, São Benvindo Scotívoli, bispo, que, eleito pelo papa Urbano IV para esta sede, conciliou a paz entre os cidadãos e, conforme o espírito dos Frades Menores, quis morrer sobre a terra nua.

(† 1282)

7.   Em Londres, na Inglaterra, São Nicolau Owen, religioso da Companhia de Jesus e mártir, que durante muitos anos construiu refúgios para esconder os sacerdotes; e por isso, no reinado de Jaime I, depois de ser encarcerado e durissimamente torturado e finalmente lançado no cavalete, foi gloriosamente ao encontro de Cristo Senhor.

(† 1606)

8*.   Em Angers, na França, o Beato Francisco Chartier, presbítero e mártir, que, durante a Revolução Francesa, morreu decapitado em ódio ao sacerdócio. 

(† 1794)

9*.   No campo de concentração de Stutthof, perto de Gdansk, na Polónia, os beatos Mariano Górecki e Bronislau Komorowski, presbíteros e mártires, que, durante a ocupação militar da sua pátria por sequazes de uma doutrina hostil à religião, foram fuzilados em ódio à fé cristã.

(† 1940)

10♦.   Em Münster, na Alemanha, o Beato Clemente Augusto Graf von Galen, bispo, que reflectiu entre o clero e o povo a imagem evangélica do bom Pastor; lutou abertamente conta os erros do nacional-socialismo e contra a violação dos direitos do homem e da Igreja e pela sua coragem foi chamado “o leão de Münster.

(† 1947)