Martirológio Romano

Jul 01, 2017

1.   Comemoração de Santo Aarão, da tribo de Levi, que Moisés, seu irmão, ungiu com o óleo santo sacerdote do Antigo Testamento e foi sepultado no monte Hor.

2.   Em Vienne, na Gália Lionense, na actual França, São Martinho, bispo.

(† s. III f.)

3.   No mosteiro de Brevon, também na Gália Lionense, São Domiciano, abade, que foi o primeiro eremita nesta região e, depois de ter reunido ali muitos companheiros no serviço de Deus, aspirando sempre ao reino celeste, partiu deste mundo em santa velhice.

(† s. V)

4.   No território de Reims, na Nêustria, também na actual França, São Teodorico, presbítero, discípulo do bispo São Remígio. 

(† 533)

5.   Em Angoulème, na Aquitânia, também na actual França, Santo Epárquio, presbítero, que passou trinta e nove anos recluso, totalmente consagrado à oração, ensinando os seus discípulos com esta consigna: «A fé não teme a fome».

(† 581)

6*.   Na Bretanha Menor, também na actual França, São Golveno, bispo, que, depois de ter seguido a vida solitária, conta-se que foi sucessor de São Paulo de Léon.

(† s. VI)

7.   No mosteiro de Saint-Calais, no território de Le Mans, na Gália, também na actual França, São Carilefo, abade.

(† s. VI)

8*.   Em Londres, na Inglaterra, os beatos Jorge Beesley e Montford Scott, presbíteros e mártires, que, no reinado de Isabel I, foram condenados à morte por causa do sacerdócio e através de terríveis tormentos alcançaram a coroa do martírio.

(† 1591)

9*.   Também em Londres, o Beato Tomás Maxfield, presbítero e mártir, que, no reinado de Jaime I, condenado à morte por ser um sacerdote chegado à Inglaterra, sofreu o suplício no patíbulo de Tyburn, que tinha sido adornado pelos fiéis presentes com grinaldas de flores, como sinal da sua grande veneração.

(† 1616)

10.   Também em Londres, o Beato Olivério Plunkett, bispo de Armagh e mártir, que, no reinado de Carlos II, falsamente acusado de traição e condenado à morte, à vista da multidão presente, diante do patíbulo, perdoou aos inimigos e professou firmemente até ao fim a sua fé católica.

(† 1681)

11*.   Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, os beatos João Baptista Duverneuil, da Ordem dos Carmelitas Descalços, e Pedro Arédio Labrouhe de Laborderie, cónego de Clermont, presbíteros e mártires, que, durante a Revolução Francesa, foram encarcerados ao mesmo tempo por causa do sacerdócio e morreram consumidos pela enfermidade.

(† 1794)

12♦.   Em Stresa, no Piemonte, região da Itália, o Beato António Rosmini, presbítero, teólogo, filósofo e fundador do Instituto da Caridade e da Congregação das Irmãs da Providência.

(† 1855)

13*.   Em La Valleta, na ilha de Malta, o Beato Inácio Falzon, clérigo, que se consagrou à oração e ao ensino da doutrina cristã, prestando grande atenção aos soldados e navegantes, para que abraçassem a fé católica antes de partir para a guerra.

(† 1865)

14.   Em Zhuhedian, junto de Jieshui, no Hunan, província da China, São Zhang Huailu, mártir, que, na perseguição dos sectários «Yihetuan», ainda catecúmeno declarou espontaneamente que era cristão e, fortalecido pelo sinal da cruz, mereceu ser baptizado no seu sangue.

(† 1900)

15.   Em Rancho de las Cruces, localidade de Guadalajara, no México, os santos Justino Orona Madrigal e Atilano Cruz Alvarado, presbíteros e mártires, que, durante a perseguição mexicana, foram assassinados ao mesmo tempo pelo reino de Cristo.

(† 1928)

16*.   Perto de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato João Nepomuceno Chrzan, presbítero e mártir, natural da Polónia, que, em tempo de guerra, morreu no campo de concentração de Dachau por defender a fé diante dos perseguidores.

(† 1942)