Liturgia diária

Agenda litúrgica

2019-05-16

QUINTA-FEIRA da semana IV

Branco – Ofício da féria.
Missa da féria, pf. pascal.

L 1 Act 13, 13-25; Sal 88 (89), 2-3. 21-22. 25 e 27
Ev Jo 13, 16-20

* Aniversário da Ordenação episcopal de D. Teodoro de Faria, Bispo Emérito do Funchal (1982).
* Na Ordem Agostiniana – SS. Alípio e Possídio, bispos – MO
* Na Ordem Carmelita e na Ordem dos Carmelitas Descalços – S. Simão Stock, religioso – MF
* Na Ordem Franciscana e na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Margarida de Cortona, da III Ordem – MO
* Na Companhia de Jesus – S. André Bobola, presbítero e mártir – MO
* Na Congregação Salesiana – S. Luís Orione, presbítero – MF
* Na Congregação da Paixão de Jesus Cristo – S. Gema Galgani, virgem – MO

 

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Salmo 67, 8-9.20
Quando saístes, Senhor, à frente do vosso povo,
abrindo-lhe o caminho e habitando no meio dele,
estremeceu a terra e abriram-se as fontes do céu. Aleluia.


ORAÇÃO COLECTA
Senhor nosso Deus, que resgatastes o homem, elevando-o acima da sua dignidade original, olhai benigno para o admirável sacramento do vosso amor e conservai a bênção dos vossos dons naqueles que foram regenerados pelo Baptismo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I Actos 13, 13-25
«Da descendência de David Deus fez nascer Jesus,
o Salvador de Israel»

Da ilha de Chipre, pátria de Barnabé, Paulo e os companheiros passam ao continente, à Turquia actual, e prosseguem a sua viagem missionária. Em cada povoação onde chegam vão à sinagoga ao sábado, tomam parte no culto e anunciam Jesus aos Judeus, antes de o fazerem a todos os demais. Paulo mostra que Jesus é o descendente de David, prometido e esperado, e que assim o Antigo Testamento vem a florir e a dar o seu fruto no Novo Testamento.

Leitura dos Actos dos Apóstolos
Naqueles dias, Paulo e os seus companheiros largaram de Pafos e dirigiram-se a Perga da Panfília. Mas João Marcos separou-se deles para voltar a Jerusalém. Eles prosseguiram de Perga e chegaram a Antioquia da Pisídia. A um sábado, entraram na sinagoga e sentaram-se. Depois da leitura da Lei e dos Profetas, os chefes da sinagoga mandaram-lhes dizer: «Irmãos, se tendes alguma exortação a fazer ao povo, falai». Paulo levantou-se, fez sinal com a mão e disse: «Homens de Israel e vós que temeis a Deus, escutai: O Deus deste povo de Israel escolheu os nossos pais e fez deles um grande povo, quando viviam como estrangeiros na terra do Egipto. Com seu braço poderoso tirou-os de lá e durante quarenta anos sustentou-os no deserto e, depois de exterminadas sete nações na terra de Canaã, deu essas terras como herança ao seu povo. Tudo isto durou cerca de quatrocentos e cinquenta anos. Em seguida, deu-lhes juízes até ao profeta Samuel. Então o povo pediu um rei e Deus concedeu-lhes Saul, filho de Cis, da tribo de Benjamim, que reinou durante quarenta anos. Depois, tendo-o rejeitado, suscitou-lhes David como rei, de quem deu este testemunho: ‘Encontrei David, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará sempre a minha vontade’. Da sua descendência, como prometera, Deus fez nascer Jesus, o Salvador de Israel. João tinha proclamado, antes da sua vinda, um baptismo de penitência a todo o povo de Israel. Prestes a terminar a sua carreira, João dizia: ‘Eu não sou quem julgais; mas depois de mim, vai chegar Alguém, a quem eu não sou digno de desatar as sandálias dos seus pés’».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 88 (89), 2-3.21-22.25.27 (R. cf. 2a)
Refrão: Senhor, cantarei eternamente a vossa bondade.
Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor
e para sempre proclamarei a sua fidelidade.
Vós dissestes:
«A bondade está estabelecida para sempre»,
no céu permanece firme a vossa fidelidade. Refrão

Encontrei David, meu servo,
ungi-o com o óleo santo.
Estarei sempre a seu lado
e com a minha força o sustentarei. Refrão

A minha fidelidade e bondade estarão com ele,
pelo meu nome será firmado o seu poder.
Ele me invocará: «Vós sois meu Pai,
meu Deus, meu Salvador». Refrão


ALELUIA cf. Ap 1, 5ab
Refrão: Aleluia Repete-se

Jesus Cristo, a Testemunha fiel,
o Primogénito dos mortos,
amou-nos e purificou-nos dos nossos pecados,
pelo seu sangue. Refrão


EVANGELHO Jo 13, 16-20
«Quem recebe aquele a quem Eu enviar é a Mim que recebe»

A partir deste dia, a segunda leitura é tirada do discurso de Jesus na última Ceia. Hoje, Jesus faz o comentário ao gesto que acabou de praticar, o de lavar os pés aos Apóstolos, como foi lido na Missa da Ceia do Senhor, em Quinta-feira Santa. Foi uma lição de serviço. Deste modo, Jesus manifesta que a missão do Mestre é servir e não ser servido, missão que os seus discípulos hão-de imitar. O maior de todos os seus serviços foi o de dar a vida pelos homens.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, Quando Jesus acabou de lavar os pés aos seus discípulos, disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: O servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Sabendo isto, sereis felizes se o puserdes em prática. Não falo de todos vós: Eu conheço aqueles que escolhi; mas tem de cumprir-se a Escritura, que diz: ‘Quem come do meu pão levantou contra Mim o calcanhar’. Desde já vo lo digo antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que Eu Sou. Em verdade, em verdade vos digo: Quem recebe aquele que Eu enviar, a Mim recebe; e quem Me recebe a Mim, recebe Aquele que Me enviou».
Palavra da salvação.
ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Subam à vossa presença, Senhor, as nossas orações e as nossas ofertas, de modo que, purificados pela vossa graça, possamos participar dignamente nos sacramenots da vossa misericórdia. Por Nosso Senhor.

Prefácio pascal


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Mt 28, 20
Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos. Aleluia.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Senhor Deus todo-poderoso, que em Cristo ressuscitado nos renovais para a vida eterna, multiplicai em nós os frutos do sacramento pascal e infundi em nossos corações a força do alimento que nos salva. Por Nosso Senhor.

 

 

Martirológio

1.   Em Uzális, na África Proconsular, na actual Tunísia, a comemoração dos santos Félix e Genádio, mártires.

2.   Em Ósimo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, os santos Florêncio e Diocleciano, mártires.

3.   Na antiga Pérsia, os santos mártires Abdas e Edésio, bispos, que foram mortos por ordem do rei Sapor II, juntamente com trinta e oito companheiros.

4.   Em Bouhy, localidade do território de Auxerre, na Gália, hoje na França, São Peregrino, mártir, venerado como primeiro bispo desta cidade.

5.   Comemoração de São Possídio, bispo de Guelma, na Numídia, na actual Argélia, que foi discípulo e amigo de Santo Agostinho, assistiu à sua morte e escreveu a sua memorável biografia.

6.   Em Troyes, na Gália Lionense, actualmente na França, São Fídolo, presbítero, que, segundo a tradição, foi feito prisioneiro de guerra pelo rei Teodorico, durante a invasão do Auvergne, mas, resgatado e instruído no serviço de Deus por Santo Aventino, abade, foi o seu sucessor.

7.   Na Irlanda, São Brandão, abade de Clonfert, zeloso propagador da vida monástica, de quem se narra a célebre «navegação de São Brandão».

8.   Em Amiens, na Nêustria, actualmente na França, Santo Honorato, bispo.

9*.   Na Bretanha, em território da actual Grã-Bretanha, São Carantoco, bispo e abade de Cardigan.

10.   Na Palestina, a paixão de quarenta e quatro santos monges, que, no tempo do imperador Heráclio, foram massacrados pelos Sarracenos que assaltaram o seu mosteiro de São Sabas.

11*.   Em Toulouse, na Aquitânia, na actual França, São Germério, bispo, que se empenhou em divulgar o culto de São Saturnino e visitar assiduamente o povo que lhe foi confiado.

12.   Em Gúbbio, na Úmbria, região da Itália, Santo Ubaldo, bispo, que trabalhou diligentemente para renovar a vida comunitária dos clérigos.

13*.   Em Fermo, no Piceno, hoje nas Marcas, região da Itália, Santo Adão, abade do mosteiro de São Sabino.

14*.   Em Bordéus, na Gasconha, na hodierna França, São Simão Stock, presbítero, que, depois de ter sido eremita na Inglaterra, ingressou na Ordem dos Carmelitas, da qual foi admirável superior, tornando-se célebre pela sua singular devoção à Virgem Maria.

15.   Em Janow, junto a Pinsk, nas margens do rio Pripjat, na Polónia, Santo André Bobola, presbítero da Companhia de Jesus, que foi zeloso promotor da unidade dos cristãos, até que, arrebatado por soldados, de bom grado deu o supremo testemunho da fé com o derramamento do seu sangue.

16*.   Perto de Munique, cidade da Baviera, na Alemanha, o Beato Miguel Wozniak, presbítero e mártir, que foi deportado da Polónia, ocupada por um regime hostil à dignidade humana e à religião, para o campo de concentração de Dachau e, depois de cruéis torturas, partiu para a glória celeste.

17.   Em Drohobych, na Ucrânia, o Beato Vital Vladimiro Bajrak, presbítero da Ordem de São Josafat e mártir, que, perante os perseguidores da religião, pelo combate da fé alcançou o fruto da vida eterna.