Liturgia diária

Agenda litúrgica

2018-11-06

TERÇA-FEIRA da semana XXXI

S. Nuno de Santa Maria, religioso – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória.

L 1 Filip 2, 5-11; Sal 21 (22), 26b-27. 28. 29-30a. 30c-32
Ev Lc 14, 15-24

* No Patriarcado de Lisboa – S. Nuno de Santa Maria, religioso, Padroeiro secundário do Patriarcado – MO
* Na Ordem Agostiniana – Comemoração de todos os Irmãos e Irmãs defuntos da Ordem.
* Na Ordem Carmelita e na Ordem dos Carmelitas Descalços – S. Nuno de Santa Maria, religioso – FESTA
* Na Ordem de São Domingos – Bb. Afonso de Navarrete, presbítero e Companheiros, mártires do Japão – MO
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – B. Frederico de Verga e Companheiros, mártires, presbíteros e religiosos da I Ordem – MF
* Na Congregação da Paixão de Jesus Cristo – Missa anual pelos pais falecidos dos religiosos da Congregação.
* Na Congregação dos Sagrados Corações – Bb. Teófilo Fernández de Legaria e Companheiros, presbíteros e mártires – MF
* Na Congregação do Santíssimo Redentor – Bb. José Xavier, presbítero e Companheiros, mártires – MO
* Na Congregação dos Irmãos Maristas – Bb. Laurentino, Bernardo, Virgílio, Crisanto, e Companheiros, mártires – MO
* Na Sociedade Missionária da Boa Nova – S. Nuno de Santa Maria, religioso – FESTA
* Nas Dioceses de Cabo Verde – Ofício e Missa da féria.

 

Missa

 

ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 37, 22-23
Não me abandoneis, Senhor;
meu Deus, não Vos afasteis de mim.
Senhor, socorrei-me e salvai-me.

ORAÇÃO COLECTA
Deus omnipotente e misericordioso,
de quem procede a graça de Vos servirmos fiel e dignamente,
fazei-nos caminhar sem obstáculos
para os bens por Vós prometidos.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


LEITURA I (anos pares) Filip 2, 5-11
«Humilhou-Se a Si próprio; por isso, Deus O exaltou»

A humildade no trato com os outros encontra o seu exemplo maior e o seu próprio fundamento na atitude de Jesus Cristo, que, sendo Filho de Deus, Se humilhou até à morte de cruz. Esse foi precisamente o caminho que O levou à exaltação. Esta leitura é um verdadeiro hino pascal, que bem merecia andar mais frequentemente na boca dos cristãos.

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses
Irmãos: Tende em vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus. Ele, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio. Assumindo a condição de servo, tornou-Se semelhante aos homens. Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte, e morte de cruz. Por isso, Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem, no céu, na terra e nos abismos, e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL Salmo 21 (22), 26b-27.28.29-30a.30c-32 (R. 26a)
Refrão: Eu Vos louvo, Senhor, na assembleia dos justos. Repete-se

Cumprirei a minha promessa
na presença dos vossos fiéis.
Os pobres hão-de comer e serão saciados,
louvarão o Senhor os que O procuram:
vivam os seus corações para sempre. Refrão

Hão-de lembrar-se do Senhor e converter-se a Ele
todos os confins da terra;
e diante d’Ele virão prostrar-se
todas as famílias das nações. Refrão

Ao Senhor pertence a realeza,
é Ele quem governa os povos.
Só ao Senhor hão-de adorar
todos os grandes do mundo. Refrão

Para Ele viverá a minha alma,
há-de servi-l’O a minha descendência.
Falar-se-á do Senhor às gerações futuras
e a sua justiça será revelada ao povo que há-de vir:
«Eis o que fez o Senhor». Refrão


ALELUIA Mt 11, 28
Refrão: Aleluia. Repete-se
Vinde a Mim, todos vós
que andais cansados e oprimidos,
e Eu vos aliviarei, diz o Senhor. Refrão


EVANGELHO Lc 14, 15-24
«Vai pelos caminhos e azinhagas e obriga toda a gente a entrar,
para que a minha casa fique cheia»

O banquete de que se fala na parábola é o banquete messiânico, a comunhão dos homens com Deus em Cristo, frequentemente comparada a um banquete. Para este banquete todos são convidados, porque por todos Cristo morreu e para todos ressuscitou. Os primeiros convidados escusaram-se. É uma referência ao povo de Israel. Talvez que os outros, por sua origem menos preparados, venham a escutar o convite. Desses outros fazemos nós parte! A Eucaristia, que celebra precisamente a Aliança entre Deus e os homens em Cristo, tem a forma de um banquete e nela somos convidados para “a Ceia das núpcias do Cordeiro”.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse a Jesus um dos que estavam com Ele à mesa: «Feliz de quem tomar parte no banquete do reino de Deus». Respondeu-lhe Jesus: «Certo homem preparou um grande banquete e convidou muita gente. À hora do festim, enviou um servo para dizer aos convidados: ‘Vinde, que está tudo pronto’. Mas todos eles se foram desculpando. O primeiro disse: ‘Comprei um campo e preciso de ir vê-lo. Peço-te que me dispenses’. Outro disse: ‘Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las. Peço-te que me dispenses’. E outro disse: ‘Casei-me e por isso não posso ir’. Ao voltar, o servo contou tudo isso ao seu senhor. Então o dono da casa indignou-se e disse ao servo: ‘Vai depressa pelas praças e ruas da cidade e traz para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos’. No fim, o servo disse: ‘Senhor, as tuas ordens foram cumpridas, mas ainda há lugar’. O dono da casa disse então ao servo: ‘Vai pelos caminhos e azinhagas e obriga toda a gente a entrar, para que a minha casa fique cheia. Porque eu vos digo que nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete’».
Palavra da salvação.


ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Senhor, fazei que este sacrifício
seja para Vós uma oblação pura
e para nós o dom generoso da vossa misericórdia.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.


ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 15, 11
O Senhor me ensinará o caminho da vida,
a seu lado viverei na plenitude da alegria.

Ou Jo 6, 58
Assim como o Pai que Me enviou
é o Deus vivo e Eu vivo pelo Pai,
também o que Me come viverá por Mim, diz o Senhor.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Multiplicai em nós, Senhor, os frutos da vossa graça,
para que os sacramentos celestes
que nos alimentam na vida presente
nos preparem para alcançarmos a herança prometida.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo

S. NUNO DE SANTA MARIA, religioso

 

 

Martirológio

São Nuno de Santa Maria (Nuno Álvares Pereira), religioso, que, depois de ter comandado a defesa do reino, foi recebido entre os irmãos da Ordem dos Carmelitas, onde levou uma vida pobre e escondida em Cristo. Tinha uma admirável piedade para com a Santíssima Virgem Maria, sentia grande satisfação em desempenhar os ofícios mais humildes na casa de Deus e mostrou sempre grande compaixão e liberalidade para com os pobres. Morreu em Lisboa, cidade de Portugal, no Convento do Carmo por ele fundado, no domingo da Ressurreição.

 

2.   Em Toniza, na Numídia, hoje Túnis, na Tunísia, São Félix, mártir, ao qual Santo Agostinho parece referir-se, quando fala ao povo, dizendo: «Verdadeiramente feliz no nome e na coroa; confessou a fé em Cristo e foi entregue à tortura; no dia seguinte encontraram no cárcere o seu corpo exânime».

3.   Comemoração de São Paulo, bispo de Constantinopla, que, várias vezes expulso pelos arianos por manter a fé nicena e outras tantas vezes restituído à sua sede, foi por fim desterrado pelo imperador Constâncio para Cucuso, pequena povoação da Capadócia, onde, segundo a tradição, foi estrangulado por insídias dos arianos.

4.   Em Rennes, na Bretanha Menor, actualmente na França, São Melânio, bispo, que foi ao encontro do Senhor no lugar chamado «Plácium», junto ao rio Vilaine, onde tinha construído com as suas mãos uma igreja e congregado monges para o serviço de Deus.

5*.   No mosteiro de Llanilltud Fawor, na Câmbria, hoje País de Gales, lugar que tomou o seu nome, Santo Iltuto, abade, que fundou este cenóbio, onde a fama da sua santidade e exímia doutrina congregou muitos discípulos.

6.   Em Noblac, perto de Limoges, na Aquitânia, actualmente na França, São Leonardo, eremita.

7.   Em Jerusalém, os santos Calínico, Himério, Teodoro, Estêvão, outro Teodoro, João, outro João e mais alguns cujo nome é desconhecido, mártires, que eram todos soldados em Gaza e, quando os Sarracenos ocuparam a cidade, foram presos pelos inimigos; mas, encorajados pelo bispo São Sofrónio, confessaram a sua fé em Cristo e por isso foram degolados e alcançaram glorioso martírio.

8.   Em Barcelona, na Hispânia, São Severo, que, segundo a tradição, recebeu a coroa do martírio.

9*.   No território dos Helvécios, na Borgonha, actualmente na Suíça, São Protásio, venerado como bispo de Lausana.

10.   No território de Thérouanne, na Austrásia, hoje na França, São Vinoco, abade, que, natural da Bretanha, foi recebido por São Bertino na comunidade de monges de Sithieu e depois construiu o mosteiro de Wormhoudt, que dirigiu santamente como prior, realizando muitos trabalhos com as próprias mãos.

11*.   Em Apt, na Provença da Gália, também na actual França, Santo Estêvão, bispo, insigne pela sua mansidão, que foi duas vezes em peregrinação a Jerusalém e restaurou a igreja catedral.

12*.   Em Le Dorat, no território de Limoges, na Aquitânia, hoje também na França, São Teobaldo, presbítero, que, sendo cónego regular, exerceu a função de ostiário da igreja e nunca saiu do cenóbio senão para assistir aos enfermos e providenciar às suas necessidades.

13*.   Perto de Colónia, na Lotaríngia, na actual Alemanha, a Beata Cristina de Stolmeln, virgem, que, em plena comunhão com a paixão de Cristo, superou todas as tentações do mundo.

14♦.   Em Nishizaka, no Japão, o Beato Tomás de Santo Agostinho (Tomás Ochia Jihyoe “Kintsuba”), presbítero da Ordem de Santo Agostinho.