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Cantoral Nacional para a Liturgia: um novo «livro litúrgico» – II

O «Cantoral Nacional para a Liturgia» nasceu de uma necessidade sentida pelos pastores da Igreja que está em Portugal e, nomeadamente, pelos seus Bispos. Perante o pulular de propostas musicais de todos os géneros, que cobrem o amplo leque das sensibilidades, perante o poder avassalador da música de consumo que molda os gostos e determina efémeras preferências, torna-se necessário e urgente o recurso a um instrumento fiável que salvaguarde a qualidade e identidade do canto litúrgico como expressão da fé católica e voz da Igreja em oração.

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Cantoral Nacional para a Liturgia: um novo «livro litúrgico»

Pode dizer-se que o «Missal Romano», como livro litúrgico, é uma criação do segundo milénio. Resulta da recolha organizada de «material» litúrgico, antes disperso por outros livros e recolhas, feitos para o uso dos diferentes ministérios, ofícios  e funções que cooperavam para a realização das diferentes celebrações: o sacramentário (para o presidente), os leccionários de diverso tipo (os ministros da Palavra), os Graduais e Antifonários (para os cantores), os ordinários (com a descrição dos ritos e seu cerimonial), etc.

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A propósito da tradução litúrgica de uma palavra do Salmo 47 (46)

Tenho reparado na tradução de um dos versículos do salmo responsorial (Salmo 46) que se canta na Missa da Ascensão do Senhor: “…o Senhor, o Altíssimo, é terrível”. Verifico que o mesmo Salmo 46 aparece, com essa mesma tradução, noutros cânticos litúrgicos dos Padres Manuel Luís, Fernandes da Silva, Ferreira dos Santos, Carlos Silva. Mas encontrei algumas honrosas/felizes excepções, onde a palavra “terrível”, é assim substituída: “… o Senhor, o Altíssimo, é Sublime”, “… o Senhor é “excelso” e “portentoso”. Consultando um dicionário verifico que à palavra “terrível” são atribuídos os significados seguintes: “que inspira terror”; “medonho”; “assustador”; “extraordinário”; “grande”; “forte”; “violento”; “muito mau”. Com excepção de três destes significados, todos os demais são desagradáveis de ouvir, pelo sentido negativo que a palavra “terrível” inspira, se aplicada a Deus, que é “bondade”, “amor” e “misericórdia”. Então parece-me uma grande contradição continuarmos a cantar que “… o Senhor, o Altíssimo, é terrível” e, por isso, parece-me razoável que no Salmo 46 fosse substituída a palavra “terrível” por uma das que apontei atrás: “sublime”, “excelso”, “portentoso” ou outra de significado semelhante.

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