Catequeses para a Iniciação Cristã dos Adultos

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Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia

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Agenda Litúrgica 2018

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O Espírito da Liturgia

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Cânticos do Ordinário da Missa

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Viseu: I Encontro Diocesano de Pastoral Litúrgica

O Secretariado Diocesano de Pastoral Litúrgica de Viseu irá realizar o I Encontro Diocesano de Pastoral Litúrgica, no próximo dia 7 de Outubro 2017, sob o tema “A Família celebra-(se) na Eucaristia”. No seguimento do Plano Pastoral Diocesano, cujo tema é : “Família, Berço de Deus para a Humanidade”, o Encontro pretende também olhar a família como campo de missão, de proximidade e de evangelização na sociedade actual.

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Motu proprio Magnum principium: no caminho do renovamento da inteira vida litúrgica

Com o Motu proprio Magnum principium, datado de 3 de Setembro, memória litúrgica de S. Gregório Magno, o Papa Francisco reforça a competência e promove o diálogo entre as Conferências Episcopais e a Sé Apostólica, no que respeita à edição dos livros litúrgicos nas línguas vernáculas.

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A propósito da tradução litúrgica de uma palavra do Salmo 47 (46)

Tenho reparado na tradução de um dos versículos do salmo responsorial (Salmo 46) que se canta na Missa da Ascensão do Senhor: “…o Senhor, o Altíssimo, é terrível”. Verifico que o mesmo Salmo 46 aparece, com essa mesma tradução, noutros cânticos litúrgicos dos Padres Manuel Luís, Fernandes da Silva, Ferreira dos Santos, Carlos Silva. Mas encontrei algumas honrosas/felizes excepções, onde a palavra “terrível”, é assim substituída: “… o Senhor, o Altíssimo, é Sublime”, “… o Senhor é “excelso” e “portentoso”. Consultando um dicionário verifico que à palavra “terrível” são atribuídos os significados seguintes: “que inspira terror”; “medonho”; “assustador”; “extraordinário”; “grande”; “forte”; “violento”; “muito mau”. Com excepção de três destes significados, todos os demais são desagradáveis de ouvir, pelo sentido negativo que a palavra “terrível” inspira, se aplicada a Deus, que é “bondade”, “amor” e “misericórdia”. Então parece-me uma grande contradição continuarmos a cantar que “… o Senhor, o Altíssimo, é terrível” e, por isso, parece-me razoável que no Salmo 46 fosse substituída a palavra “terrível” por uma das que apontei atrás: “sublime”, “excelso”, “portentoso” ou outra de significado semelhante.

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